Satyricine

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SATYRICINE

 

Da ideia para o papel. Do papel para o planejamento. Do planejamento para a execução. Entre a união de frames, a criação de obras para as grandes telas. A arte do audiovisual em sua maior possibilidade de variedades. De projetos experimentais a grandes obras cinematográficas serão exibidas durante as Satyrianas da resistência.

 

Curadoria: Lorena Garrido e Silvio Eduardo

Onde: SP Escola de Teatro – Sede Roosevelt

 

SEXTA-FEIRA, 03 DE NOVEMBRO

 

13h00 – A Gaveta (16 min) – Adriano Gomez. Ricardo é um jovem da periferia em busca de sonhos, que vê a vida tomando um rumo inesperado até ser corrompido pela promessa de luxo e dinheiro fácil feita pelo seu primo, um criminoso procurado. 12 anos.

 

13h20 – Eu nunca (72 min) – Kauê Telloli. Guilherme e Thiago decidem fugir para o sítio da família com a amiga Priscila. Entre bebidas e brincadeiras, tudo registrado com uma câmera, eles desenvolvem jogos de sedução. 18 anos.

 

15h40 – Hipóteses para o Amor e a Verdade (80 min) – Rodolfo García Vázquez. O filme é uma adaptação da peça teatral homônima encenada pelo grupo teatral Os Satyros. Foram entrevistados mais de 200 personagens da região central de São Paulo, incluindo residentes, prostitutas, traficantes, empresários, transexuais, michês, atores e músicos. Esses depoimentos foram o ponto de partida para construir a trajetória de onze personagens que se cruzam durante uma noite na cidade. 18 anos.

 

SÁBADO, 04 DE NOVEMBRO

 

13h00 – Prova de Coragem (115 min) – Roberto Gervitz. Hermano planeja uma escalada de alto risco em uma montanha na terra do fogo, quando é surpreendido pela notícia de que sua mulher está grávida. Adri, com quem ele vive há sete anos, quer levar adiante a inesperada gravidez, mas enfrenta a resistência de Hermano que não aceita a ideia de ser pai. Obcecado em vencer o desafio da montanha gelada, ele se entrega aos preparativos, mesmo sabendo que sua companheira enfrenta uma gravidez de risco. Superar tal montanha é a prova de coragem que Hermano deve a si mesmo. Ele se cobra um ato heroico – o enfrentamento de um risco limite. O que o move: Fuga ou redenção? 14 anos.

 

15h00 – Sangue Azul (120 min) – Lírio Ferreira. Os irmãos Zolah e Raquel foram separados pela mãe, que temia um relacionamento incestuoso entre os dois. Anos depois, o circo em que Zolah trabalha arma a lona na paradisíaca Fernando de Noronha, colocando os dois frente a frente e trazendo o passado à tona. 16 anos.

 

DOMINGO, 05 DE NOVEMBRO

12h00– Heliópolis Um lugar ao Sol – Histórias para Contar (60 min) – Aurílio de Ângelo, Donizete Bomfim e Reginaldo de Túlio. Contar história todo mundo conta. A favela de Heliópolis tem a sua própria. Cada morador carrega a sua percepção de comunidade. Alguns gostam. Outros nem tanto. O local está encravado bem nos limites da Zona Sul da cidade de São Paulo, faz “fronteira” com a riquíssima São Caetano do Sul. 14 anos.

 

13h00 – Bloody Boomerang (17 min) – Elder Fraga. James, um estrangeiro, sai para uma festa disposto a encontrar garotas. Pensa ter tirado a sorte grande quando Tamis, a mais bonita do lugar, lhe corresponde com sorrisos, e a conversa entre os dois embala. Mas, ela vem com um papo estranho: “que tal matarmos alguém”. 16 anos.

 

13h25 – Ser ou Não ser (12 min) – Elder Fraga. A famosa frase “Ser ou não ser” surge do terceiro ato da peça, quando Hamlet vai ao encontro de Ofélia dizer que não a amava. A questão é que ele pretendia colocar em prática seu plano para vingar a morte do pai e, para tanto, ele precisa se afastar de Ofélia mesmo a amando. 16 anos.

 

13h40 – Ofélia na Praia (2 min) – Hissa de Urkiola e Rodrigo Gallo. Em uma praia qualquer, Ofélia, personagem da peça Hamlet de William Shakespeare e Sigmund Freud vão se encontrar. Esta é uma nova versão da diretora Hissa de Urkiola. Livre.

 

13h50 – Alice (2 min) – Adriana Gaeta Braga. O que acontece com Alice quando seu subconsciente passa a dominá-la? Livremente baseado na obra “Alice no País das Maravilhas” de Lewis Carroll. Livre.

 

14h00 – A alegria da terra (20 min) – Melquior Brito e Priscila Giácomo. A alegria no encontro de dois povos indígenas com um grupo de palhaços no litoral de São Paulo. Livre.

 

14h25 – ~imergir ~ (5 min) – Gueko Hiller. “Livros, imergí-los. Beijos, imergí-los. Rastros, imergí-los. Pro seu fim.”. Símbolos de relações findadas são aqui expostos. Em um ritual para sarar uma dor, o vazio torna-se esperança, a saudade, lembrança e o pranto, passado. Livre.

 

14h35 – Para Rachel (2 min) – Eduardo Aleixo Monteiro. O escritor Raimundo Carrero encontra algo inusitado em uma lixeira. Livre.

 

14h45 – Clausura (30 min) – Mariana França e Gildo Antonio. O documentário “Clausura” tem como principal proposta possibilitar a quebra de tais estigmas. Aproximando o público do tema, por meio da arte, onde artistas da cidade de São Paulo descrevem sobre a convivência com a doença e como isso interfere em seus processos criativos. 14 anos.

 

15h20 – Nossa Carne de Carnaval (10 min) – Gabriel Alvim. Por baixo da aparente harmonia cultural brasileira; o abismo. Livremente inspirado na obra de A. Strindberg, “A mais forte”. 18 anos.

 

15h40 – A Bruta Flor do Querer (76 min) – Andradina Azevedo e Dida Andrade. Diego, um recém formado em cinema, se vê obrigado a trabalhar como câmera-man de casamentos. Enquanto luta para realizar seu primeiro filme, ele projeta todos seus sonhos em Diana, sua paixão platônica. 16 anos.


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