PerforMix

QUINTA-FEIRA, DIA 02 DE DEZEMBRO

20h – Korpas Kropadas –  surge de um colaboratório entre artistas de vertentes cênicas, visuais e audiovisuais. E propõem um experimento instalativo performático que perpassa várias linguagens. (60 min – SP). Coordenação Luciana Ramin. Performers: Cristiano Dantas, Natalia Burger, Fernando Aquino, Edelsio Ela, Diego Carvalho e Mafê Monteiro. Onde: Nano Teatro. 16 anos.


20h – Trans-åndrógīnę – Se inspirando na performance de Marina Abramovic, “Rithm O” (1974), Trans-åndrógīnę propõe uma reflexão artística poética sobre a temática da androginia para pessoas não binárias. O performer se apresenta semi nu, em cena e a performance é uma criação absolutamente dependente da participação do público no qual o intérprete convida o público a personificar o que todes entendem sobre a neutralidade de gênero. Sucede uma explosão de ideias uma vez que o público coloca ali suas respostas acerca da temática. (120 min – SP). Performer: Maxine Paschoal. Onde: Praça Roosevelt. Livre.

SEXTA-FEIRA, DIA 03 DE DEZEMBRO

16h – Histórias de Morte e Outros Assombros – “Histórias de Morte e Outros Assombros” trata-se de um repertório performático do projeto cultural Contos de Pandora. Usando recursos artísticos, as histórias são narradas e encenadas de acordo com a ambientação proposta e abrindo espaço para o debate de temas relacionados à morte, ao medo e outros tabus que nos despertam temor e curiosidade. (60 min – SP). Performers: Giovanna Rubbo e Malu Paixão. Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt – Sala Antônio Pompêo (6º andar). 12 anos.

18h – ARTÉRIAS LUMÍNICAS – Ato coletivo de construção de uma rede arterial composta por lugares, cores, sons e memórias que aludem à obra literária de Eduardo Galeano, “Veias Abertas da América Latina”. Tendo em vista duplo significado da palavra “Lumen”, unidade de fluxo luminoso e interior de um vaso ou cavidade sanguínea, a performer faz uso de um carretel de linhas luminosas para tecer trajetos sensibilizantes entre os presentes, criando uma narrativa que percorre territórios fronteiriços no geográfico, político e sensorial. (18 min – SP). Performer: Nataly França Mamede. Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt – Sala Antônio Pompêo (6º andar). Livre.

18h00 – Oficina poética: DA BOCA DO ESTÔMAGO – Oficina digital de construção poética. Na tentativa de ser grande me peguei beijando um grão de areia. Maravilha é ser do tamanho da poesia, está tudo aqui na boca do estômago. (50 min – SP). Autor: Rogério Pereira. Onde: Sympla/Zoom. (FORMATO DIGITAL)

Link: https://www.sympla.com.br/oficina-poetica-da-boca-do-estomago__1424365

20h – PRETUS – Performance musical solo sobre racismo com uma linguagem artística, realizada no quarto durante a pandemia. (5 min – MG). Performance, edição, iluminação, produção e canção: Luc Xander. Onde: Youtube Os Satyros Cia. de Teatro.  (FORMATO DIGITAL)

20h – SUPRAFÍCIE – Nesta ação performática intermídia e on-line a artista interdisciplinar Nataly França Mamede parte da construção e exposição empírica de seu conceito de ‘SUPRAFICÍE’, superfície-supra-sensorial que funde tela, corpo, pixel, glitch, tinta e gestualidades em um processo orgânico-físico-tecnológico que adentra suas fraturas afetivas e estratégias descolonizantes. Trata-se de uma performance no limiar de campos como live painting, poesia, video-mapping, body art e arte sonora. (9 min – SP). Performer: Nataly França Mamede. Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt (Sala Antônio Pompêo). Livre. 

21h – Coleus – Mateus Caps apresenta esta peça híbrida de som e performance, tendo a musicalidade como personagem principal. O cantor abraça o efeito difuso da intimidade nos dias atuais, com canções de seu EP “Ensaios”. Entre a palavra e poesia, surgem livres reflexões (ao estilo de spoken words) sobre arte, corpo, desejo e redes sociais. (50 min – SP). Cantautor e multiinstrumentista: Mateus Caps. Onde: Instagram @mateus.caps (FORMATO DIGITAL)

23h – O dia da formatura da Ely – Um Breve agradecimento as pessoas que me incentivaram a estudar teatro como minha mãe, Dona Maria, que me ensinou  a correr atrás dos meus sonhos e acreditar neles ao meu pai Geraldo que com certeza está muito feliz, minha amiga Stefanny Konno e todos os amigos ,  ao Corpo Docente da UNEMAT ,Cine Teatro.  Um dia da minha formatura um momento marcante na minha  vida e  de todos os estudantes de teatro da turma de 2019, agora formados e jamais poderia deixar de dizer que o Teco vibrou muito e se emocionou muito neste dia também. (12 min – MT). Eliane Gomes Fonseca, Lucivan Sampaio,  Ismael Diniz, Xico Macedo, Jean Pablo, Léia Dias. Onde: Instagram. Livre. (FORMATO DIGITAL)

Link: https://www.instagram.com/tv/CWjCyKkAVbf/?utm_medium=copy_link

23h59 – Marias: Memórias encarceradas – Cinco atuantes dividem o mesmo espaço cênico com um único objetivo: relatar histórias de mulheres. Mulheres que têm nome, sobrenome, identidade, trajetória e memória. Memórias essas que atravessam as celas das quais foram inseridas por uma política imposta pelo terceiro país com maior número de encarceramento do mundo. Vamos performar e dar voz a esses relatos, que muitas vezes não chegam ou são colocados à margem da sociedade. (35 min – SP). Performers: Carol Medeiros, Marina Rodrigues, Maruan Molero e Yasmin Moraes. Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt (Sala Hilda Hilst). 16 anos. 

SÁBADO, DIA 04 DE DEZEMBRO

16h ARTE MARCIAL TAMBÉM É ARTE? – Exibição coreográfica de atletas de diferentes estilos de Kung Fu e artes marciais orientais demonstrando a plasticidade dos movimentos de luta originários na observação de animais. Participação de atletas convidados. (20 min – SP). Instrutor: Fabio Melgarejo. Quando: Sáb, 04/12 às 16h. Onde: Praça Roosevelt. Livre.

16h – Canário – Resistimos! Mas a que custo? Enclausurados em nossas gaiolas: Uma tela, A mente, Um sonho. Se você lutar, se você resistir, se você se esforçar, se e somente se… talvez um dia você vença. Mesmo que falte força, mesmo que falte ar. É proibido desistir! (15 min – SP). Performer: Patrick Soares. Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt – Sala Alberto Guzik (1º andar). 16 anos. 

17h – Domínio público: corpos femininos são presos em si mesmos – Em pontos diametralmente opostos dois arquétipos femininos andam de encontro até ficarem dois metros de distância uma da outra. A produção informa que durante o tempo de 20 minutos sinalizado pelo cronomêtro o público poderá fazer o que quiser com as performers. Após este tempo elas começam a falar um texto sobre o corpo como prisão. (30 min – SP). Performers: Heloisa Nogueira e Letícia Rodrigues. Onde: Praça Roosevelt. Livre. 

17h – Pasmado – O simples ato de respirar é sinal de liberdade? Um corpo que busca uma outra frequência de respiração e uma outra mobilidade é um corpo? Memórias de corpos anormais são resgatados a cada interação em um espaço que não pode ser controlado. Um corpo que pasma tem sua frequência interrompida. (30 min – SP). Performer: Maurício Caetano. Onde: Praça Roosevelt. Livre. 

19hDESMACHO –  A partir de fragmentos de memórias, relatos auto-biográficos e questionamentos sobre o corpo em nosso contexto atual, a performamce evoca uma ritualística para  Desmachificar os corpos, romper binarismos e expurgar numa techno-caboclança, demandas que não pertencem mais a este tempo. (40 min – SP). Performers: Ju Lima, Jorge Yuri e Luciana Ramin. Onde: Nano Teatro. Livre.

19h00 – Eu Sou Ofélia – Eu Sou Ofélia , uma mulher sozinha, em meio a reflexões de um mundo caótico , no processo de uma pandemia que assola a todos. Uma mulher em desconstrução, que ao olhar no espelho , vê sua vida refletida nele. Seus fantasmas, medos, inspirações, solidão, desejos, sonhos. Aprendendo a ressignificar sua vida, apesar do caos que norteia o mundo. (20 min – SP). Performer e Produção: Silvia Diaz. Onde: Instagram @silviadiaz2015 (FORMATO DIGITAL)

20h – Compartilhamento cheio: Performance – Palestra – Denúncia – Compartilhamento cheio: Performance Palestra Denúncia traz Patricia Lacombe performando suas memórias com a filha atriz Isa Corigliano e caçula Analu Lacombe sob direção de Alexandre Marchesini, experimentando no corpo, na imagem e no audiovisual as relações de invisibilidade que o machismo mais subcutâneo pode esconder na pele de uma feminista que ocupa diferentes papéis e se percebe diante de uma escuridão silenciosa quando, ao escrever sua tese, flagra uma coleção de abusos guardados no pendrive de seu marido. Numa confluência de sensações, a performance ilustra vozes de referências acadêmicas, sociais e culturais em um sensível e atemporal túnel que projeta a personagem em um “duplo” com sua própria imagem em suas herdeiras – ecoando metáforas da dor, do trauma e da renovação de sua potência. (75min – SP). Performers: Patrícia Lacombe, Isa Corigliano, Analu Lacombe e Alexandre Marchesini. Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt – Sala Alberto Guzik (1º andar). 14 anos.

20h00 – Manifestu Fervu – Comunhão de cuerpas livres LGBTQIA+ reivindicando através de versículos de arte & combate o direito de também serem louvadas. O projeto FERVU PROFANU se desenvolve em coletiva, através de investigações téorico-práticas de ritos sagrados e estratégias de enfrentamento ao sistema racista heterocispatriarcal. Ritual festivo de celebração de nossas vidas. Culto profético. (7 min – BA). Direção e Edição: Victor Mota. Dançarines/Performes: Amanda Haubert, Dante Freire, Fêrnande Ayô, Gustavo Oliveira, Jão Nogueira, Kanani, Leviatanu, Marina Lua, Matheus Tarrão, Tati Dias, Victor Mota. Set: Miss Tacaca. Texto Manifesto: Coletiva Fervu Profanu. Onde: Youtube Os Satyros Cia. de Teatro. (FORMATO DIGITAL)

20h – Trans-åndrógīnę – Se inspirando na performance de Marina Abramovic, “Rithm O” (1974), Trans-åndrógīnę propõe uma reflexão artística poética sobre a temática da androginia para pessoas não binárias. O performer se apresenta semi nu, em cena e a performance é uma criação absolutamente dependente da participação do público no qual o intérprete convida o público a personificar o que todes entendem sobre a neutralidade de gênero. Sucede uma explosão de ideias uma vez que o público coloca ali suas respostas acerca da temática. (120 min – SP). Performer: Maxine Paschoal. Onde: Praça Roosevelt. Livre. 

20h – FENOMENOLOGIA DA RESPIRAÇÃO: UM IMPROVISO – FENOMENOLOGIA DA RESPIRAÇÃO: UM IMPROVISO é uma performance que Ian Uviedo concebeu exclusivamente para o espaço do Teatro Garagem. Reconhecido pela sua pesquisa no campo do improviso poético, nessa criação o autor parte de um conceito de Paul Auster sobre o registro das experiências no corpo humano para criar um acontecimento cênico que envolve música eletrônica, piano, projeções e texto, buscando fazer com que o público se encontre dentro do espetáculo como espectadores/leitores ativos. Tudo pode acontecer. (30 min – SP). Performer: Ian Uviedo. Onde: Teatro Garagem. 16 anos. 

21h –  Dedo Podre ou Capivara de Cativeiro –  Abertura de processo: Através do circuito que a capivara propõe, e ao receber o público em seu cativeiro, criamos uma situação de convívio, algo que agora andamos destreinados, o encontro com a Capivara é também um momento de cura e conexão. Através de reflexões sobre escolhas a atriz promove um grande encontro, um recomeço: (40 min – SP). Direção e atuação: Luciana Ramin. Artistas convidados: Ju lima, Vicente Martos, e outros. Onde: Nano Teatro. Livre. 

23h30 – JACKPOT – Neste reality-show teatral, a performer e dramaturga Soraia Costa terá um primeiro date ao vivo com um desconhecido do Tinder. Eles colocarão à prova o ousado experimento do psicólogo da Universidade de NY Arthur Aron, que desenvolveu um protocolo onde 36 perguntas, respondidas alternadamente, seriam capazes de fazer dois estranhos se apaixonarem um pela outro. Será que dá Match? (60 – min – SP). Direção e Elenco: Soraia Costa e convidado. Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt – Sala Vange Leonel (4º andar).

23h59 – A rua – Experimento performático sobre a vida das pessoas em situação de rua. Inspirado na obra Homens de Papel de Plínio Marcos de Barros, a criação coletiva expressa no corpo o banho, a fome, o tédio, as amizades, o frio e tantos outros aspectos da vida na rua. (60 min – SP). Autor: Autoria coletiva. Direção: Diogo Guermandi e Mariana Lopes. Elenco: Arthur Guilherme, Ariel Miceli, Camila Sampaio, Elisandro José Tavares, Gabriel Bodezan, José Araujo, Juliana Amato, Kelvin Nogueira, Luigi Militello, Madu Tadokoro, Mayumi Tadokoro, Rodney Elias, Ierê Oliveira e Vanessa Lima. Livre. Onde: Curso Ator. Livre.


DOMINGO, DIA 05 DE DEZEMBRO

16h – Teatro na caixa – Sussurros da Escravidão | RETOMADA PARLAPATÕES – Madalena é um espetáculo que acontece dentro de uma caixa/ mini–teatro. Um único espectador e uma atriz. Com duração de 15 minutos, Madalena, uma sobrevivente da escravidão moderna conta, em primeira pessoa, sua história. Ela precisa ser ouvida! Onde: Espaço dos Parlapatões (palco bar)

18h00 – Happy Birthday – Uma mulher sozinha, em um mundo pós-pandemia , passa seu primeiro aniversário, após muitas perdas que aconteceram no ano anterior. Em uma reflexão de um futuro incerto, onde nada poderá ser considerado definitivo, absolutamente nada. Seus fantasmas, seus fracassos, sua solidão, suas conquistas, sua vida no presente. Seu primeiro aniversário, em plena reconstrução: Resiliência!!. (20 min – SP). Performer e produção: Silvia Diaz. Onde: Instagram @silviadiaz2015 (FORMATO DIGITAL)

18h – Nó Pornográfico – uma performance inspirada no universo Rodriguiano – Sem uma linha linear entre o tempo e espaço, a narrativa livre se constrói através de cenas efêmeras, trazendo as mulheres arquetípicas da dramaturgia de Nelson Rodrigues em uma releitura performática. A atmosfera rodriguiana orquestra a performance. o adultério, a morte e a moral andam em procissão rumo ao desconhecido. Em o nó pornográfico o amor e o desejo discutem a relação. (40 min – SP). Performer: Bia Barros. Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt – Sala Antônio Pompêo (6º andar).12 anos.

21h – “A Vingança de Corrubá” do Mudernage | RETOMADA PARLAPATÕES – Trio Mudernage  debruça-se sobre o imaginário nordestino, entrelaçando-se com a formação histórica do povo brasileiro. A música e a poesia apresentam-se em forma de “Opereta”. Ritmos musicais originados no sertão mesclam-se a elementos teatrais e poéticos, num contexto universal de um trio que vivencia cotidianamente a mais populosa e misturada cidade da América do Sul. (60 min). Onde: Espaço dos Parlapatões (palco bar)


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