PerforMix

PERFORMIX

 

Abaporutação – Simulacros de humanos se encontram no Teatro para serem felizes. Três simulacros masters servirão de modelos absolutos para a nova ordem familiar brasileira. Um pastor, uma mãe e um artista revelarão o segredo do sucesso. Simulacros abaporutados para um processo natimorto. (90 min – AM). Produção/Realização: Processo Natimorto. Performer: Dimas Mendonça. Quando: Dom, 17/11 às 19h. Onde: Palco Via Roosevelt. 16 anos. 

 

Além da poesia – Uma junção de poesia, com jogos teatrais e expressão corporal, por meio de textos autorais declamados com acompanhamento de instrumentos indígenas, pandeiro. Poesias de cunho político, social, que abordam também sobre existencialismo, cultura e africanidade. (25 min). Produção/Realização: Hugo Paz. Performer: Hugo Paz. Quando: Sex, 15/11 às 20h. Onde: Palco Via Roosevelt. Livre.

 

Ambulatório Teatral Trata-se de atores ambulantes que interpretam personagens ícones das grandes dramaturgias teatrais. São cinco monólogos que tiram o público do cotidiano, despertando todas as emoções através das palavras e das ações que trespassam qualquer bloqueio criado pelo dia a dia frio e sem poesia. (30 min). Performer: Ambulatório Teatral.  Quando: Sex e Sáb, 15/11 e 16/11, às 21h. Onde: Praça Roosevelt. Livre.

 

Artérias-Lumínicas – Ação performática e ato coletivo de construção de uma rede arterial composta por lugares, cores, sons e memórias que aludem à obra literária de Eduardo Galeano, “Veias Abertas da América Latina”. Nataly faz uso de um carretel luminoso para tecer trajetos sensibilizantes entre os presentes. (15 min). Produção/Realização: AVERSO ARTEMÍDIA (coordenação Daniel Gonzalez Xavier). Performer: Nataly França Mamede. Quando: Qui, 14/11 às 21h30. Onde: Estação Satyros. Livre.

 

Árvore Urbana – A performance consiste numa instalação de uma árvore urbana feita de materiais descartados nos arredores da Praça Roosevelt. A proposta aqui é apresentar a potencialidade desses matérias para a cenografia de arte e teatro, além de tecer uma crítica ao modo de produção, consumo e descarte do lixo. (360 min). Performer: Neyson Cezar. Quando: Sex, 15/11 às 18h. Onde: Praça Roosevelt. Livre.

 

Bando – Uma mulher sozinha. Um grupo de homens. O que faz com que os homens se sintam a vontade de, em grupo, atacar uma mulher sozinha? O Brasil tem um caso de estupro coletivo a cada 2h30. 33×1. 6×1. 19×1. …x1. “Bando” é uma performance – provocação em relação a esses ataques animalescos feitos em bando. (20 min). Produção/Realização: Danielle Lima. Performer: Danielle Lima a.k.a. INCENDIÁRIA. Quando: Qui, 14/11 às 22h. Onde: Estação Satyros – Foyer. 16 anos. 

 

Cartas Para o Perdão Cartas para o perdão tem o objetivo de provocar nas pessoas o ato de perdoar; seja a si mesmo ou a terceiros, esteja vivo ou morto. O cotidiano nos leva a atropelar os sentimentos, e palavras não ditas, nos sufocam, levam à morte espiritual. (180 min – RJ). Performer: Yhorana Carpanelli. Quando: Sáb e Dom, 16/11 e 17/11 às 18h30. Onde: Praça Roosevelt. Livre.

 

Cheburashka: Segundo Ato – Uma espécie de show-cena-performance lynchiano com inspiração soviética, muita vodka e technocomunismo casual por um tempo distópico. O segundo ato de Cheburashka é uma investigação provocativa e psicológica do público por meio de repetições antidemocráticas e uma soma de processos interrompidos. (25 min). Produção/Realização: Arthur Bernardo. Performers: Anna Lima, Brunner. Quando: Sáb, 16/11 às 23h. Onde: Espaço dos Parlapatões – Palco Bar. 16 anos. 

 

Chocolate Forte, intenso, amargo, torrado ao sol e servido durante séculos. Assim é o corpo negro que perpassa a história semelhante a semente do cacau e que gera o chocolate que conhecemos. Doces corpos negros á mostra como produtos. (60 min). Performers: André Lu, Israel Silva e Mariana França Quando: Sáb, 16/11 às 17h. Onde: Praça Roosevelt. Livre. 

 

Contos de Pandora: Creepypastas – O “Contos de Pandora” é um projeto voltado para narrativas de terror/horror em suas diversas vertentes. Ao apresentar Creepypastas – textos aterrorizantes que circulam pela internet – a performance tem como objetivo aprofundar sua pesquisa em relação ao medo na cultura e sociedade modernas. (50 min). Produção/Realização: Contos de Pandora. Performers: Giovanna Rubbo e Malu Paixão. Quando:  Qui, 14/11 às 21h10. Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt (Sala Vange Leonel). 14 anos. 

 

Despir-se – Despir-se de padrões, rótulos, medos, segredos Despir-se não apenas o que não te cabe Desconstrói o que sabe Permita-se SER Donx de seu próprio Lar (corpo) E mergulha nesse prazer da vida Com liberdade de se sentir a vontade Com ou Sem Vestes Seja leve. (20 min). Produção/Realização: CPO – Cia Perfomática Olhare. Performer: Despir-se. Quando: Qui, 14/11 às 20h20.  Onde: Estação Satyros – Foyer. 16 anos.

 

DESTINO Os encontros inesperados com pessoas especiais, as quais estão destinadas a ficarem ligadas para sempre, mas a vida muitas vezes nos coloca em desafios e obstáculos e se volta contra o nosso destino. (15 min). Performers: Anna Julia Tourinho, Gabriela Rivera, Julia Piccazzio, Juliana Antunes e Letícia Ribeiro. Quando: Sex, 15/11 às 17h. Onde: Praça Roosevelt. Livre.

 

Dueto de corpo com Furby Dueto musical entre um corpo e um Furby de pelúcia. Ambos falam, cantam e gritam, cada um em sua própria linguagem, afim de achar um encontro em comum. Um experimento performático e sonoro, entendendo o corpo como ferramenta de som, assim como um Furby. (100 min). Performer: Anna Lima. Quando: Sáb e Dom, 16/11 e 17/11 às 20h. Onde: Praça Roosevelt. Livre.

 

Encruza – Mas você sabe quem sou eu? Eu giro ao meio-dia. Eu giro à meia-noite. Eu giro à qualquer hora. Vivo na encruzilhada. Trago meu axé no pé, Venho valher meus filhos de pemba. Eu sou Exu mulher. Produção/Realização: Benone Lopes, Bruno Brun, Chrystian Araújo. Performer: Andreel Ferreira. Quando: Dom, 17/11 às 01h. Onde: Estação Satyros – Foyer. 16 anos.

 

Eu Coexisto – Uma mulher com uma máscara e uma cartaz: Eu Coexisto!!! Inerte … Uma Mulher invisível para o mundo. Porque todos estão imersos em suas bolhas, e sequer notam as próprias existências. Ela pode ser o que quiser, pode se chamar Maria, Julia, Alice. Ela coexiste!! Caminhará entre o público. (20 min). Performer: Silvia Diaz. Quando: Sáb, 16/11 às 16h. Onde: Praça Roosevelt. 16 anos.

 

Experimento Reflexivo nº II – ¡das fagulhas teatrais geradoras de incêndios reflexivos y transformadores! – Através de um dispositivo cênico baseado na peça teatral “Chão de Pequenos” da Companhia Negra de Teatro, a pesquisadora-performer se propõe à compartilhar, em formato de cena, os atravessamentos gerados a partir da obra – atravessamentos estes geradores de pensar crítico y questionador; botar em prática o imaginário, transformá-lo em imagem. Experimento criado por Luísa Ascenção y Luiz Fábio Torres, dentro da pesquisa acadêmica “A Poética da Reflexão – a apreciação teatral crítica através de dinâmicas poético-artísticas”. (20 min). Produção/Realização: Luísa Ascenção e Luiz Fábio Torres. Performers: Luísa Ascenção e Luiz Fábio Torres. Quando: Dom, 17/11 às 18h. Onde: Palco Via Roosevelt. Livre.

 

Kagiru “Quanto tempo dura o eterno? Às vezes apenas um segundo” (L. Carroll). Da etimologia da palavra “かげろう” (ao mesmo tempo “efemérida”, inseto de um dia de vida, e “miragem”), e a partir da pesquisa de Butoh-MA, a performance duracional estabelece uma relação entre micromovimentos e finitude. (1440 min). Performer: Wallace Dutra. Quando: Sex, 15/11 às 20h30. Onde: Praça Roosevelt. Livre.

 

Lampião não Morreu – O grupo  “Bate Papo de Maduros” cria Performance sempre usando um personagem e uma canção que tenha algo com o mesmo. Exemplo do O Lampião não morreu vamos cantar a música de Alceu Valença, Coração bobo, usando percussão corporal e instrumentos de percussão feito com material reciclagem. A mensagem é que até Lampião foi tão rude e isto prova que até os Brutos se apaixonam e cada um encontra sua Maria Bonita. Assim como o coração fica bobo quando esta apaixonado,,assim fica confirmado o proverbio de Gêremias não existe nada que engana tanto quanto o coração do homem. Quando: Sáb, 16/11 às 17h. Onde: Palco Via Roosevelt. Livre.

 

Like O Palhaço Mustard inventou um jeito novo para ganhar o pão de cada dia.O seu Like ou Deslike pode abrir uma caixa registradora. Colabore! (Indeterminado). Performer: Rodrigo Aversa. Quando: Sex, 15/11 às 18h. Onde: Praça Roosevelt. Livre.

 

Lilith, Adão e a Serpente – A performance remete a lenda em torno da Deusa Lilith,Adão e a Serpente. Os Três performers irão durante vinte minutos irão trabalhar a dualidade do Feminino e masculino inerente aos seres humanos.E os dois Polos Yin e Yang. Usando símbolos metafóricos como a maçã e o sino. (20 min). Produção/Realização: Silvia Diaz. Performers: Silvia Diaz, Eduardo Rubio, Alan Oliveira. Quando: Qui, 14/11 às 20h40. Onde: Estação Satyros. 18 anos. 

 

Migranto Migranto apresenta uma série de bonecos gigantes que tem como referência, os bonecos de Olinda e de São Luís do Paraitinga, em São Paulo, Brasil. Os bonecos que surgem nos espaços da contemporaneidade conduzidos por performers e músicos, mimetizando um percurso imaginário de imigrantes pelo mundo. (45 min). Performer: Paulo de Tarso Zeminian. Quando: Sex, 15/11 às 20h, e Dom, 17/11 às 21h. Onde: Praça Roosevelt. 12 anos.

 

O Jeito é Meter a Colher Sim – Pense em 5 mulheres importantes pra você?! Se levarmos em conta as estatísticas brasileiras, pelo menos uma delas, pode já ter sofrido alguma violência doméstica. E nós da CIA PERFOMÁTICA OLHARES estamos com essas mulheres. Não cruzamos os braços ou abaixamos a cabeça. (30 min). Produção/Realização: CPO – Cia Perfomática Olhares. Performer: O Jeito é Meter a Colher sim. Quando: Qui, 14/11 às 21h. Onde: Estação Satyros – Foyer. 12 anos.

 

Ouvir com outros olhos – O Personagem “O Mago de Quimeras” transporta um universo de utopias, convidando o público a ampliar seu campo de percepção sensorial e absorver a beleza que habita o silêncio, o espaço, as imagens, os sons e as palavras, trabalhando os múltiplos estados da Poesia. (60 min). Performer: Odair Fonseca. Quando: Sex e Sáb, 15/11 e 16/11 às 20h30. Onde: Praça Roosevelt. Livre.

 

Parte 3: Don’t Dream its over a festa – A ação, dicotomia entre teatro e performance, propõe uma reflexão de forma não linear através de um conjunto de ciclos de transições, partindo da ideia de solenidades comemorativas unidas às crises do performer ao completar 40 anos, ao expor seus vazios e fragilidades. O projeto tem coordenação de Aline Filicomo. (63 min). Produção/Realização: Coletivo A Ovelha. Performers: Alexandre Marchesini e Beatriz Correa. Quando: Sex, 15/11 às 20h30. Onde: Estúdio NU. 18 anos. 

 

Projeto Casais Pina – Casais Diversos debatem relações na atualidade. Onde nos perdemos? A Entrega e a recusa, a busca pelo amor, fora de si, a falta de amor próprio, vivemos em bolhas sociais, o domínio e a submissão, uma química fictícia, o que é inerente a humanidade. (25 min). Produção/Realização: Kiury e Silvia Diaz. Performers: Silvia Diaz, Kiury, Magali Moreira, Carola Valente, Marcia Papoti, Ana Paula Pacheco, Nalu Liraci, Giovana Lima, Renata Candida, Eduardo Rubio, Alan Oliveira, Wood Moura, Evelyn Simões, Sergio Seixa. Quando: Dom, 17/11 às 15h. Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt (Sala Hilda Hilst). 14 anos.

 

Projeto Joanas Darcs O Mito em torno de Joana Darc. Por que Joana? A gênesis seria a partir da resiliência feminista. As Performers ficarão inertes, amarradas com cordas e com fitas adesivas nas bocas, por 25 minutos. No final da performance se libertarão das cordas .e das fitas adesivas. (25 min). Performers: Silvia Diaz, Magali Moreira, Vanessa Garcia, Carola Valente, Gabriela Soares, Marcia Papoti, Ana Paula Pacheco, Nalu Liraci e Giovana Lima. Quando: Sex, 15/11 às 16h. Onde: Praça Roosevelt. 14 anos.

 

Reenactment de “Beije-me como se fosse a última vez” – Thais de Almeida Prado convida artistas para fazerem um Reenactment da performance “Beije-me como se fosse a última vez”, de Fernanda Valdivieso. A performance aconteceu pela primeira vez no Dock11 em Berlim, 2017. É uma encenação sobre o fim. Ela surgiu do desejo de experimentar no espaço teatral o sentimento da despedida. É uma performance de um ato, onde o contato de duas bocas revela o potencial dramatúrgico emergente em cada adeus que se compõe. (50min). Performers: Thais de Almeida Prado, Gustavo Vinagre, Julia Katharine, Maura Ferreira, Marco Barreto. Quando: Qui, 14/11 às 20h. Onde: Centro da Terra. 14 anos.


R.I.R. (Repertório Imaginário de Risadas) – Rir é o melhor remédio e ainda por cima é contagiante. Quem nunca começou a rir porque alguém não parava de rir? Partindo desse princípio, uma palhaça irá apresentar diversos tipos de risadas e convidar os presentes a rirem juntos. (15 min). Produção/Realização: Kaline B. Barboza. Performer: Kaline B. Barboza (Palhaça Xiste). Quando: Sex, 15/11 às 17h. Onde: Palco Via Roosevelt. Livre.

 

Romantismo Trancedisciplinar – Trata-se de uma performance da coreógrafa sueca Carima Neusser e do artista visual Per Huttner. Tomam como ponto de partida a pintura romântica nórdica, além de filmes que retratam a vida no século XIX. Os dois artistas encontram na arte romântica ótimas ferramentas para entender o atual clima sociopolítico e, especialmente, por que o populismo de direita tem tanto apelo hoje. A performance convida o público a apreciar música, filme e dança, em configurações incomuns e criativas, a fim de refletir sobre como o desejo pode ser repensado para desafiar essa concepção de mundo. (60 min – Suécia). Performers: Carima Neusser e Per Huttner. Quando: Sáb, 16/11 às 21h. Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt (Sala Alberto Guzik). 16 anos. 

 

Sarau Bixaria Literária  Coletivo Bixa Pare propõem um espaço de troca, compartilhamento e diálogo entre artistas e LGBTQIA+s que estão produzindo reflexões sobre suas diversidades de corpos que coexistem nas suas pluralidades artísticas. Com apresentação da Drag Queen Melissa Babalu o sarau sempre conta com micro-performace. (60 min). Produção/Realização: Produção Diego Castro e Realização Coletivo Bixa Pare. Performers: Diego Castro, Fabio Lopes e Melissa Babalu Drag Queen (Luan Afonso). Quando: Sáb, 16/11 às 20h30. Onde: Palco Via Roosevelt. Livre.

 
Somatizando ruínas – Notícias insuportavelmente abrindo buracos em corpos. Tirar do corpo, colocar na folha. Tirar da folha, voltar ao corpo. Tirar do corpo? Um diálogo performático entre desenho e corpo pergunta o que pode restar das células diante do peso da realidade brasileira em 2019. (40 min). Produção/Realização: Gabriel Coiso e Janina Arnaud Performers: Gabriel Coiso e Janina Arnaud. Quando: Sáb, 16/11 às 18h. Onde: Estúdio NU. 16 anos. 


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