DramaMix

DramaMix – 14º Edição

Anualmente a Satyrianas convida dramaturgos, roteiristas, atores, jornalistas e pessoas das mais diversas áreas para transformarem suas inquietações em dramaturgia. O resultado dessa provocação é apresentado, por artistas de diversas linguagens, em experimentos cênicos com duração máxima de 30 minutos.

Curadoria: Gustavo Ferreira

Quinta-feira, 02 de dezembro.

19h A Velha e os Cilindros, de Sérgio Roveri. Assustada com a falta de oxigênio no período mais grave da pandemia de Covid, uma velha senhora manda comprar dois cilindros e passa a manter com eles uma relação de amor e saudades. Direção: Sérgio Roveri e Guida Viana. Elenco: Guida Viana. 

Onde: Sympla/Zoom (FORMATO DIGITAL).

Link: https://www.sympla.com.br/a-velha-e-os-cilindros-de-sergio-roveri__1424465

20h – As cartas que eu não mando, de Daniel de Mello. A dinâmica da peça se desenvolve a partir de quatro telas que são ligadas e desligadas por um operador externo. As câmeras verticais dos celulares são utilizadas quando os dois personagens conversam entre si. As câmeras dos computadores, abertas, são utilizadas quando os personagens estão sozinhos em cena. Direção: Daniel de Mello. Direção musical: Renan Francioni. Elenco: Carol Leipelt e Marcelo Alvim.

Onde: YouTube. (FORMATO DIGITAL).

20h – Capítulo II, de Marco Fábio de Faria. O fim do mundo é fim da vida, nem mais nem menos, e ele está aí, nos rondando. Mas há mundos que vivem um corre diário para não ter o adiamento do seu fim. Capítulo II traz quatro minúsculos atos sobre o acabar do mundo, essa coisa que, de tão cotidiana, nos soa como distopia. Direção: Miguel Arcanjo Prado. Elenco: Terená Kanouté, Rodrigo Alcântara e Miguel Arcanjo. 

Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt – Sala Hilda Hilst (8º andar).

20h30 – E Depois?, de Kiko Marques. Depois de um longo confinamento, depois das portas terem sido abertas, em algum lugar, em algum tempo, um pai, e sua filha pequena,e reencontram. Direção: Vanessa Bruno. Assistência de direção e trilha sonora: Chico Ribas. Elenco: Lara Arvati e Osmar Pereira.

Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt – Sala Vange Leonel (4º andar).

21h – Camilo, de Daniel Veiga. Numa noite contraditória, acompanhado de Charlotte, Camilo está à espera do fantasma do pai, a quem será permitido cruzar a linha dos mortos uma única vez para um banquete. Em outro tempo, uma prisioneira do Santo Ofício é atormentada por um notário. Um muro separa as histórias e os tempos, um muro que começa a ruir, até que uma fenda se abra entre os dois tempos. Direção: Daniel Veiga. Elenco: Daniel Veiga, Ambrosia, Natália Martins e Gabriel Lodi. 

Onde: Sympla/Zoom. (FORMATO DIGITAL)

Link: https://www.sympla.com.br/camilo-de-daniel-veiga__1427642

21h – Um homem, de Rubens Rewald e Thais de Almeida Prado. Na casa de Elena, seu amigo que divide o apartamento acabou de fazer uma festa de aniversário. Todos os convidados estão bêbados e enlouquecidos e vão para a balada deixando Elena sozinha no apartamento com toda a sujeira e bagunça. Ela olha para o apartamento desolada e descobre que tem um homem deitado em sua cama. Direção: Rubens Rewald. Elenco: Natália Lorda e Thais de Almeida Prado.

Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt – Sala Alberto Guzik (1º andar).

22h – O que meu corpo nu te conta?, de Marcelo Várzea. Os trinta e seis atuantes do Coletivo Impermanente, dirigidos por Marcelo Várzea, se revezam nesta performance onde seus corpos nus, em relatos confessionais postos em de mini solos de autoficção, revelam histórias marcadas em suas peles e existências Temas como homofobia, assédio sexual, etarismo, gordofobia, machismo, disforia do espelho, pretitude, racismo, compulsão, hipervalorização do erotismo, pedofilia, transfobia, maternidade, infertilidade e educação sexual, entre outros temas, são abordados olho no olho, respirando junto, num ato íntimo. Direção: Marcelo Várzea. Elenco: Coletivo Impermanente.

Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt – Sala Hilda Hilst (8º andar).

22h30 – Necrópolis, de Luis Eduardo Souza. Em um cemitério, um coveiro anônimo filosofa sobre a vida e a morte em meio à pandemia. Direção, adaptação, trilha sonora, figurino: Dionísio Neto. Elenco: Dionísio Neto. Produção: Companhia Satélite. Iluminação e operação de luz e som: Roberto Herrera Bueno.

Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt – Sala Vange Leonel (4º andar).

22h30 – Sertânia, de Dionísio Neto. O jagunço Deus-te-guie decide contar ao pai sobre a carta que enviou ao seu amigo Baguiada que mora na América sobre seu casamento com Estefânia. A reação do pai é inesperada. Direção, trilha sonora, figurino: Dionísio Neto. Elenco: Dionísio Neto.

Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt – Sala Vange Leonel (4º andar).

23h – A primeira cena, de Naiade Margonar. Num pequeno encontro entre autobiografia e autoficção, ela divide lembranças como quando assistimos vídeos caseiros de infância. Direção: Luna Martinelli. Elenco: Carolina Splendore.

Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt – Sala Alberto Guzik (1º andar).

23h59 – Lorem Ipsum Dolor Sit Amet, de Vana Medeiros. Aquele texto que a gente usa só pra preencher espaço. Quando ainda não temos o que dizer, não sabemos como dizer, quando dizer. Lorem ipsum dolor sit amet. Uma experimentação dramatúrgica que só passa a funcionar quando esta peça começar de verdade. Isto não é uma peça, é uma âncora. E uma âncora não é uma peça de teatro. Direção: Ronaldo Serruya. Elenco: Camilla Flores.

Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt – Sala Hilda Hilst (8º andar).

Sexta-feira, dia 03 de dezembro

18h – Afroapocalíptico capítulo 1, de Rodrigo Jerônimo. Duas personagens conversam contam uma para outra suas experiências sobre o fim do mundo. Direção e elenco: André Lu. 

Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt – Sala Alberto Guzik (1ºandar).

19h – A gente se acostuma com o fim do mundo, de Eduardo Baszczyn. Uma porta. Fechada. Cada um de um lado dela. Entre todos os finais possíveis para uma história de amor, este. Ela e seus restos. Ele e o apartamento agora mais vazio. Dois incompletos em meio ao silêncio das coisas não ditas. Direção: Fábio Vanzo. Elenco: Sabrina Denóbile e Guilherme Andrade. Produção: Julia Bobrow. 

Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt – Sala Hilda Hilst (8º andar).

20h – Vermelho Noir, de Clara Averbuck. A Atriz Ângela, uma mulher de seu tempo mas totalmente transgressora, peita a tudo e todos. Um sucesso na carreira, vive levando rasteiras do Patriarcado Político de Pedra Preta, o fictício país que se incomoda com suas atitudes e morre de medo que ela influencie “mulheres de bem”. Mas quem é “de bem”? Direção: Clara Averbuck. Elenco: Clara Averbuck.

Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt – Sala Alberto Guzik (1º andar).

* Transmissão simultânea ao vivo. 

Link: https://www.sympla.com.br/vermelho-noir-de-clara-averbuck__1427661

21h – Revlon 45, de Fernanda D´Umbra. Num jantar à luz de velas uma mulher cujos pais foram torturados na ditadura explica como funciona uma arma de fogo. Texto, direção, iluminação e interpretação: Fernanda D’Umbra.

Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt – Sala Hilda Hilst (8º andar).

22h – Será Ou Não Será? A Outra Parte, de Abelardo Araújo. O texto tem como enfoque a falta de paciência, de tempo e de empatia. Com o passar dos anos, muitos seres humanos se tornam amargurados e fazem de suas vidas e de suas relações um caos. Direção e elenco: Karina Bastos.  

Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt – Sala Alberto Guzik (1º andar).

23h – A noite em que tentei ser Jean Cocteau, de Renato Andrade. A partir de uma ideia de Jean Cocteau, um autor perdido entre suas palavras questiona a dificuldade de ser quem verdadeiramente é. Direção: Fábio Lucindo. Elenco: Fábio Lucindo.

Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt – Sala Hilda Hilst (8º andar).

23h59 – Dois poetas num país brutal, de Denio Maués. 

Cazuza e Renato Russo morreram nos anos 90 e, em suas canções, mostraram as dores da alma e as tragédias do país. Admiravam-se mutuamente e quiseram fazer uma canção juntos, plano que nunca se concretizou. A partir de uma entrevista real de Cazuza, em que fala no assunto, um fã imagina como poderia ter sido essa parceria e a importância da obra desses dois artistas no Brasil de hoje. Direção: Bruno Perillo. Elenco: Nicole Cordery.

Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt – Sala Alberto Guzik (1º andar).

Sábado, dia 04 de dezembro

17h – Primavera. um verbo, de Lucas Moura. Duas jovens se conhecem em meio à um contexto de revoltas estudantis. Uma delas não concorda com o movimento, a outra quer ficar e lutar. Medos, angústias e dúvidas habitam as duas e dão lugar á uma intensa paixão. Direção: Janaína Castro. Elenco: Millena Conceição e Nicole Sampaio. 

Onde: Sympla/Zoom (FORMATO DIGITAL).

Link: https://www.sympla.com.br/primavera-um-verbo-de-lucas-moura__1424445

18h – II MANIFESTO OBSCENO, de Alex Araújo. Uma mulher discursa frente a uma plateia imaginária seu manifesto íntimo-poético de confrontação. Palavras e não-palavras são suas armas contra aqueles que a querem presa e adestrada no recato dos bons costumes. O texto é parte de um livro de manifestos obscenos e dramatúrgicos que está em pleno processo de escrita. Direção:  Alex Araújo. Elenco: Daiane Sousa. Produção: Cia do Caminho Velho.

Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt – Sala Alberto Guzik (1º andar).

19h – En las Montañas [leitura em espanhol], de Miguel Arcanjo Prado. No coração da América Latina, a vida de viajantes se encontra de um modo inesquecível. Direção: Miguel Arcanjo Prado. Elenco: Abel García, Carol Hubner, Elba Mamani, Gui Awazu, Pipa Luke e Rodrigo Barros.

Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt – Sala Hilda Hilst (8º andar).

19h30 – O ÚLTIMO POETA VIVO, de Marcelino Freire e Raimundo Moura. “O ÚLTIMO POETA VIVO”, texto inédito de Marcelino Freire, que assina a direção ao lado do ator Raimundo Moura, que estará à frente no papel do poeta que, em noite de lançamento espera pelos leitores chegarem e eles nunca vêm. Direção: Mercelino Freire. Elenco: Raimundo Moura.

Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt – Sala Vange Leonel (4º andar).

20h – FERRUGEM ou a praga de vossas hortas, de Alice Rocha. Uma mulher adentra seus sentimentos mais terríveis enquanto discute com outras pessoas que surgem em sua cozinha. Ela pede silêncio para não acordar o filho, mas muitas vezes ela mesma o acorda. Direção e cenografia: Lili Fernandes. Elenco: Alice Rocha.

Onde: Sympla/Zoom (FORMATO DIGITAL). 

Link: https://www.sympla.com.br/ferrugem-ou-a-praga-de-vossas-hortas-de-alice-rocha__1424446

21h – Cinzas em Berlim, de Paula Autran. Entre São Paulo e Berlim, entre o passado e o presente, entre o virtual e o real, um amor e suas cinzas insistem em contar suas histórias. Direção: Paula Autran. Elenco: Marcos Suchara e Luisa Helene.

Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt – Sala Hilda Hilst (8º andar).

 * Transmissão simultânea ao vivo. 

Link: https://www.sympla.com.br/cinzas-em-berlim-de-paula-autran__1427815

21h – Elvis no jardim de infância, de Fabio Brandi Torres. Direção: ALex de Felix. Elenco: ALex de Felix. Um artista, especializado em imitar Elvis Presley, conta em uma entrevista como acabou preso quando tentou apresentar algo original. Agora, ele usa a sua história para questionar a relação dos fãs com seus ídolos.

Onde: Sympla/Zoom (FORMATO DIGITAL). 

Link: https://www.sympla.com.br/elvis-no-jardim-de-infancia-de-fabio-brandi-torres__1424450

21h30 – Os profissionais, de Marcio Tito. A diva Inês Remanso aponta uma arma para a cabeça de um jovem ator porque são vizinhos e não se conhecem. Direção: Júlio Oliveira. Elenco: Fabrício Castro e Samira Lochter. 

Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt – Sala Vange Leonel (4º andar).

22h00 – Eco, de Carol Pitzer. Leitura dramatizada. Eco não é um espetáculo. É casa de tabuleiro de O Som de Antes. Casa isolada. É parte de uma peça-delírio. É virtual à espera da presença. É um pouco de um algo híbrido. À espera de sequência e outros dias e outros sons. Direção: Carol Pitzer e Malu Frizzo. Dramaturgia e concepção cênica: Carol Pitzer e Malu Frizzo. Orientação artística: Lubi Marques. Colaboração sonora: Fernando Sampaio. Elenco: Malu Frizzo.

Onde: Sympla/Zoom (FORMATO DIGITAL). 

Link: https://www.sympla.com.br/eco-de-carol-pitzer__1424453

22h00 – Jardim da Conquista, de Celso Cruz. Um dia ele foi professor e violonista, hoje vive do cobre roubado dos túmulos da cidade.  Enquanto exerce seu ofício, no meio da pandemia, ele conversa com figuras do limiar da madrugada e sonha com amor e liberdade no Jardim da Conquista. Direção: Celso Cruz. Elenco: Marcos Suchara.

Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt – Sala Alberto Guzik (1º andar).

* Transmissão simultânea ao vivo. 

Link: https://www.sympla.com.br/jardim-da-conquista-de-celso__1427818

23h – Até quando?, de Clóvys Torres. Um encontro entre um homem e uma mulher, num momento decisivo de suas vidas. Enquanto o passado se estende sobre suas cabeças, esperam a noite chegar e torcem para que tenha lua, sinal de que o futuro será possível. Até quando? É sobre espera, fuga e esperança. Direção: Clóvys Torres e Cristina Cavalcanti. Elenco: Clóvys Torres e Cristina Cavalcanti.

Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt – Sala Hilda Hilst (8º andar).

23h59 – Quando as mães choram, de Pedro Fagundez. Após sofrer um abuso sexual do próprio tio, Ana precisa decidir o rumo que levará da sua vida, entre os caminhos que pode seguir, sua mãe acompanha de longe as decisões da filha sem se preocupar com as consequências que podem gerar no futuro enquanto Ana segue seu caminho até o nascimento da criança. Direção: Jonatan Cabret. Elenco: Chris Ferreira, Hiago Christe, Marcela Borges, Viviane Borges e Talles Paz.

Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt – Sala Alberto Guzik (1° andar).

Domingo, dia 05 de dezembro. 

16h – Humano à Vista, de Flavio Goldman. Duas pessoas acreditam estar sozinhas no mundo, após uma catástrofe planetária – apenas os ratos também circulam pela face da Terra. Até que avistam ao longe um vulto – que se aproxima lenta mas determinadamente. Direção: Teatro dos 4. Encenação e interpretação do Teatro dos Quatro: Anderson Negreiro, Bruno Perillo, Heitor Goldflus e Rita Pisano.

Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt – Sala Hilda Hilst (8º andar).

17h – MUDO, de Mário Viana. Embora continue a falar, um homem deixa de ser escutado pelos outros. Graças a uma memória prodigiosa, ele decora todos os poemas e textos teatrais que encontra, mas não consegue que o ouçam. Até o dia em que encontra um velho ator desmemoriado. Direção: Fábio Penna. Elenco: Fábio Penna.

Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt – Sala Hilda Hilst (8º andar).

18h – Começo do Fim, de Gabriela Mellão. A obra audio-visual transforma em jornada afetiva os símbolos criados pelo inconsciente de uma mulher. Ela lida com os conflitos de um relacionamento enquanto seus sonhos já vislumbram o fim. Coreografia:  Reinaldo Soares. Vozes: Luna Martinelli e Eucir de Souza. Iluminação: Aline Santini. Projeção:  Rafael Drodro. Elenco:  Liris D. Lago e Reinaldo Soares. Câmera: Aline Santini, Rafael Drodro e Gabriela Mellão. 

Onde: Satyros Bijou

18h – Eu(,)g(ê)nia, de Luigi Paolo. Em uma partida de xadrez os jogadores descobrem que há muito mais em jogo do que o que mostra o tabuleiro. Direção e Dramaturgia: Luigi Paolo. Dramaturgismo: Levi Corrêa. Elenco: Shirlei Souza e Levi Corrêa.

Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt – Sala Alberto Guzik (1º andar).

19h – Grão-mundo, de Denizart Fazio. Depois de uma noite em claro, duas mulheres tentam se reconciliar com as marcas do tempo, com suas feridas e as lacunas do passado, enquanto passam um café. Direção: Denizart Fazio. Elenco: Janaína Mello e Marcela Harano.

Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt – Sala Hilda Hilst (8º andar).

* Transmissão simultânea ao vivo. 

Link: https://www.sympla.com.br/grao-mundo-de-denizart-fazio__1427813

19h30 – Tempo sob assédio, de DUAS ALEGORIAS TEATRAIS e Mauri Paroni. Num falso manicômio e diante de uma câmera ocorre a leitura de autos existenciais sobre a nossa condição humana, assediada por variantes do tempo, lugar, afeto, moral e política. Um abalo sísmico que se procura dimensionar através da leitura teatral e imagética. Elenco: Arara Xestal, Afredo Attié, Brenda Oliver, Isabel Prado, Karina Pimentel, Kenji Suguimoto, Marcos Reaux, Pedro Urizzi. Elenco pluralista composto de mulher trans, empresário ariano, performer-dresser, empresário nipônico, ariano, atriz preta, atriz branca, diretor de cinema, jurista importante, dramaturgista deficiente físico. 

Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt – Sala Vange Leonel (4º andar).

20h – Eu tô rindo, mas é de desespero, de Rachel Ripani. O que esperar quando você está esperando…ser uma mulher. As etapas da vida feminina trazidas em 1a pessoa, em toda sua risível glória e horror. Direção:  Lena Roque. Elenco: Rachel Ripani

Onde: Sympla/Zoom (FORMATO DIGITAL).

Link: https://www.sympla.com.br/eu-to-rindo-mas-e-de-desespero-de-rachel-ripani__1424458

20h – “O que temos pra hoje”, de Thiago Tenório. Num futuro onde os teatros foram destruídos, uma personagem soterrada recebe a inesperada visita da plateia. Direção: Herácliton Caleb. Elenco: Bruno César de Oliveira.

Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt – Sala Alberto Guzik (1º andar).

* Transmissão simultânea ao vivo. 

Link: https://www.sympla.com.br/o-que-temos-pra-hoje-de-thiago-tenorio__1427819

21h – Genêsis do macho prepotente, de Hugo Possolo. Direção: Hugo Possolo. Elenco: Camila Turin e Hugi Possolo. 

Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt – Sala Hilda Hilst (8º andar).


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