DançaMix

DANÇAMIX

 

A programação do Dança Mix 2019 conta com um Workshop conectando a dança e o audiovisual, exibição de videodança e apresentações de diferentes linguagens. Os grupos e companhias convidados e inscritos nessa programação são de lugares e linguagens diversas, mas, com certeza, com uma vontade em comum: Dançar! É um prazer imenso compor essa programação linda em homenagem aos 30 anos de Satyros, onde a arte está sempre em pauta, lugar de existência e resistência! Uma celebração que temos a honra de participar, compartilhar e dessa forma desejar vida longa ao Satyros!

 

Curadoria: Prisicla Magalhães. 

 

SEXTA-FEIRA, 15 DE NOVEMBRO

 

17h – Um Grito Impresso no Muro – O espetáculo “Um Grito Impresso no Muro” trata da relação do homem com o seu entorno, como um espaço narrativo das agruras. Onde: Praça Roosevelt. Livre.

 

19h – Intolerância – Alessandra Baraldi – A intolerância sociedade da atual seja ela de qualquer espécie – religiosa, raça, gênero, sexo, cor, política – fere os direitos humanos. E num país tão plural como o Brasil, ver os dias sombrios e cheios de preconceitos que estamos vivendo na política. (15 min). Direção: Alessandra Baraldi. Coreografia: Arilton Assunção. Elenco: Giovana Pacinni, Laura Lama, Matheus Fernando e Vinícius Ferreira. Onde: Tenda Cacilda. Livre.

 

SÁBADO, 16 DE NOVEMBRO

 

18h – 6As – Rebeca Tadiello – Seis cenas sobre 4 ações; corpo-movimento, que, por hora, assume-se como moldura; moldura sobre alguns possíveis modos de gênese: pensares e moveres; agir e/é moldar (se). (25 min). Concepção, Direção e Intepretação: Rebeca Tadiello. Trilha sonora: Rafael Thomazini. Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt (Sala Antônio Pompêo). Livre.

18h30 – Just Fall – Pele acelerando, sem freios, em direção ao coração do outro. Medo de realizar o encontro com o mais obscuro dos choques. Medo de que não haja o choque tão temido e tão desejado. Cair sobre o corpo do outro com tamanha violência a ponto de sentir as águas, a areia, a terra e a dureza das rochas. Sangue vivo que escorre. Vivo. Quase vivo. Pender para me perder no outro. Perder-se para levantar reencontrando pedaços de terra, água ou areia sobre a pele. Acordar sem nada; despertar com e para tudo. Corpos estranhos que compõem a paisagem tão cheia de curvas, traumas e tecidos de história de um corpo. Pedaços de memória. Peças de história atadas à carne como cicatrizes de encontros e desencontros. Uma queda marca. Uma queda é a história de um vôo. Just fall. Just fly! (15min). Texto: Vinicius Redondo. Coreografia: Bruno Gregório. Elenco: Sabrina Ferreira, Jeniffer Mendes e Rivaldo Ferreira. Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt (Sala Antônio Pompêo). Livre.

 

19h – Assalto – Uma trajetória construída através da relação de dois corpos dançantes com diversos espaços públicos. A performance é planejada em uma lógica de assalto: as ações possuem instruções previamente definidas, em locais específicos, improvisadas e sem ensaio. Uma tentativa de roubar as atenções das telas. Participação do artista plástico e do corpo Adriano Chuva. (30 min). Direção e Coreografia: Isadora Falconi e Pietro Morgado. Elenco: Isadora Falconi e Pietro Morgado. Onde: Praça Roosevelt. Livre.

 

19h – Tempo de Reprodução – Cia Diversidança – Como nos relacionamos com a vida e com a morte? Como isso se relaciona com o nosso dia a dia, conectando nossa jornada, por meio do passado, o presente e as perspectivas para o futuro? O que as grandes metrópoles podem influenciar na nossa forma de ser, sentir e estar no mundo? Tempo de Reprodução é um convite para percebermos e analisarmos os índices de natalidade e mortalidade nas metrópoles, enfatizando questões sobre a cidade de São Paulo e suas periferias. (30 min). Direção Geral: Rodrigo Cândido. Concepção: A Cia Intérpretes. Criadores: Alessandro Saldanha, Marcelino Dutra, Rodrigo Cândido, Rosângela Alves e Vinícius Borges. Remontagem: Alessandro Saldanha, Bárbara Santos, Felipe Santana, Jeniffer Mendes, Rivaldo Ferreira e Rodrigo Cândido. Elenco: Alessandro Saldanha, Bárbara Santos, Felipe Santana, Jeniffer Mendes e Rodrigo Cândido. Cenografia: Rodrigo Cândido. Trilha sonora original: Vitor Gonçalves. Sonoplastia, Iluminação e Projeção de vídeo: Simone Gonçalves. Edição de vídeos: Vinicius Borges e Rodrigo Cândido. Fotografia e Registro Audiovisual: Ana Guerra, Guilherme Santos e Will Cavagnolli. Arte gráfica: Guilherme Santos e Rodrigo Cândido. Produção: Simone Gonçalves e Pin Rolê Produções. Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt (Sala Antônio Pompêo). Livre.

 

19h30 – Tranças de Teresa [Pocket] – Cia da Vila – O segundo ato da série Amor em 4 Atos, “Tranças de Teresa”, parte de uma pesquisa sobre o artista plástico brasileiro Tunga, e sua intersecção com o amor e suas relações contraditórias. “Tecer relações as vezes se impõe como um enigma, ver o mundo como um mistério, nos faz querer alargar esse mundo, compreender mais esse mundo… acho que o grande mistério é o mistério da vida. Sendo ele um grande mistério, precisa ser olhado é preservado com atenção. Acho que a grande poesia é a poesia desse mistério. E, evidentemente, não há vida sem amor né? Amor no sentido mais profundo da palavra.” TUNGA. (25 min). Direção: Priscila Magalhães. Coreografia: Liliane de Grammont. Elenco: Cristina Rother, Daru Liberato, Lucas Oliva e Rebeca Tadielo. Produção Executiva: Patrícia Galvão. Trilha Sonora: Ed Côrtes. Produção de Vídeo: João Leão. Figurino: Bruna Fernandes. Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt (Sala Antônio Pompêo). Livre.

 

19h50 – Necrocinese – Coreografia de dança contemporânea em que um casal vive a tensão de um relacionamento que oscila entre a paixão e o ódio, o cuidado e o abuso. (3 min). Coreografia e Elenco: Fabio M e Anna P. Kuller. Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt (Sala Antônio Pompêo). Livre.

 

20h10 – Divertissement – Companhia Narcisa Coelho – Suite de La Fille Mal Gardée Solos, duos e pas de deux clássico, neoclássico e contemporâneo. Proposta de levar ao público um espetáculo de modalidades diferentes para o conhecimento da dança na sua forma mais ampla e infinita de se movimentar! (30 min). Coreografias e Adaptações: Narcisa Coelho. Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt (Sala Antônio Pompêo). Livre.

 

20h45 – Transitório – Divinadança – [Relato só. Caminho paralelo a aversão do homem. Que conduz sua transformação pelo medo do olhar do outro. Reflexivo e fechado. O corpo que percorre e descobre a perturbação de estar em si]. (10 min). Coreografia: Eduardo Menezes. Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt (Sala Antônio Pompêo). Livre.

 

21h20 – Roda Mundo – Cia dos Estudantes – Encenada com Dança Teatro e com o repertorio de Chico Buarque, a peça traz aspectos do cotidiano a partir de 1964, início da ditadura militar no Brasil, apresentando formas de repressão e torturas em diversos campos como institucionais, familiar, escolar, na arte, entres outros. (80 min). Direção: Flávia Strongolli, Gustavo Morabito e Lucas Correia. Coreografia: Victor Rigonatti. Elenco: Amanda Mendez, Ana Vieira, Babi Rosa, Bella Fernandes, Bia Curaça, Bruna Quintana, Cassio Pinheiro, Daniel Belizário, Deny Osorio, Develyn Arantes, Diego Muniz, Franciela Rosa, Gabriel Felice, Thaís Monteiro, Thiago Darcia, Thom Nanes, Tom Sousa, Victor Faviero, Victor Gabriel, Victor Rigonatti, Vitor Vitaletti. Técnica: Fernando Pereira. Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt (Sala Antônio Pompêo). 14 anos.

 

21h45 – Mundo Mágico da equipe chama no Swing – (5 min). Coregrafia: Étore Diego e Camille Sulzer. Elenco: Equipe Chama no Swing – Samba Rock. Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt (Sala Antônio Pompêo). 14 anos.

 

23h – Compartilhamento de Processo – Território Frágil – O trabalho em processo de criação, busca questionar o papel do homem na sociedade contemporânea, enquanto replicador de determinados hábitos culturais e cognitivos, muitas vezes entendidos como instintivos, e visa com isso, problematizar alguns padrões e estruturas de poder, como o patriarcado. (60 min). Direção: Compartilhada. Coreografia: Processo Colaborativo. Elenco: Mateus Farias, Pietro Morgado e Junior Lima. Artistas Provocadores: Versa Sala e Ana Teixeira. Onde: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt (Sala Antônio Pompêo). 14 anos.

 

DOMINGO, 17 DE NOVEMBRO

 

21h – O que Restou do Branco – SUJAR um símbolo da família heteronormativa tradicional: o vestido de noiva. Tendo a imagem da noiva como emblema de uma família regida por preceitos morais, o espetáculo transborda em movimentos, questões de gênero, empoderamento na luta contra esta normatividade pensada sobre este branco “soberano”. (40 min). Direção: Coletivo Ana Maria Amarela. Coreografia: Diego Castro e Coletivo Ana Maria Amarela. Interpretes Criadores: Diego Castro, Dani Santos e Douglas Campos. Trilha Sonora Original: Daniel Twist e Louie Louie. Paisagem Visual: Coletivo Ana Maria Amarela. Produção Executiva: Diego Castro. Onde: Palco Via Roosevelt. Livre.

 


Comments are closed.

Back to Top ↑
  • Twitter


  • Facebook